domingo, 24 de abril de 2011

O ENSINO DE HISTÓRIA: DESAFIOS PARA A SUPERAÇÃO DO REPRODUTIVISMO

Acesse o link (http://www.fja.edu.br/praxis/documentos/ensaio_01.pdf) do texto Joelma Maltez e deixe seu comentário para a disciplina Metodologia do Ensino de História, sob a Coordenação da Profª Patrícia dos Santos Silva Monteiro

53 comentários:

  1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR À DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO DA COLÔNIA TREZE
    LAGARTO / SERGIPE

    ACADÊMICA: CÁTIA PEREIRA DOS SANTOS
    O ensino de História sofre um desinteresse por parte dos alunos que desconhecem a relevância dessa disciplina para a plenitude da sociedade. Esse processo ainda é presente devido ao modo tradicionalista que alguns docentes utilizam para lecionar a disciplina, trazendo um mecanismo repetitivo e meramente reprodutivo.
    A historiografia passou por um processo de transformação que se desenvolveu paulatinamente e desenhou a forma de se fazer e interpretar a História nos dias atuais. Por longos anos o estudo da História se concentrou na Europa e visava resgatar os feitos heróicos da época. No início a História era maquiada com o intuito de favorecer os poderosos, disfarçando a realidade que era baseada na desigualdade social, na dominação oligárquica e na ausência de uma democracia.
    Somente na transição dos séculos XX para o XXI é que a historiografia começa a se desenhar de uma forma mais realista, pensando no aluno como sujeito ativo e agente participativo do conhecimento, valorizando um saber crítico, atuante, questionador e argumentador. Com essa nova perspectiva historiográfica o campo das fontes históricas foi aumentando e se qualificando cada vez mais. Hoje há um leque de opções e alternativas de fontes históricas que podem ser analisadas em sala de aula valorizando o convívio e a proximidade do aluno com as fontes, o que acarretará num saber histórico cada vez mais atrativo, interessante e enriquecido de detalhes. Na atualidade existe uma fonte histórica, ainda pouco utilizada, mas se usada corretamente pode ser um método bastante eficaz na aprendizagem do aluno, é a utilização da literatura nas aulas de História. Essa ferramenta é importante para inovar na sala de aula fugindo do reprodutivismo.
    Portanto, observa-se que o saber histórico passou por transformações que melhoraram a qualidade do ensino e que foram determinantes para uma nova visão da importância dessa disciplina tão fundamental no aprimoramento da sociedade. Essa nova realidade vem mostrar para os futuros docentes que é necessário atualizar o seu conhecimento e aplicar práticas que tornem o aluno um ser ativo e transformador do seu meio. O ensino de História é fascinante e essa idéia tem que ser repassada para os alunos para que esse encanto possa chegar até eles de forma efetiva.

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  2. Prezada Catia
    Gostei do seu texto, você apresentou uma síntese de alguns elementos presentes no texto de Joelma Maltez e, no final, você concluiu ressaltando a importância do ensino de História e o papel do professor como mediador e dinamizador do processo de ensino-aprendizagem.

    Só algumas observações:
    1- Quando você coloca "O ensino de História sofre um desinteresse por parte dos alunos que desconhecem a relevância dessa disciplina para a plenitude da sociedade.", que plenitude da sociedade é esta?

    2- Na conclusão você expressa:
    "Portanto, observa-se que o saber histórico passou por transformações que melhoraram a qualidade do ensino e que foram determinantes para uma nova visão da importância dessa disciplina tão fundamental no aprimoramento da sociedade." Que aprimoramento social é este?

    Gostaria que você discernisse um pouco mais sobre a função da História para a formação dos discentes, cidadãos, partícipes e construtores da sociedade, ressaltando em que, especificamente, a História contribui para a sociedade e relacionando com a prática do professor em sala de aula e o trabalho com novas fontes de pesquisa no processo de construção do conhecimento histórico.

    É só mais uma reflexão para enriquecer o seu texto, que já está bom.

    Aguardo retorno

    Att.
    Sayonara Rodrigues

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  3. Olá Sayonora,
    como você pediu vou esclarecer a minha idéia no texto. No item 1 quando cito a plenitude da sociedade me refiro ao aprimoramento que o ser humano busca para uma vida melhor e, no meu ponto de vista, a História é um elemento primordial para esse feito, pois conhecendo o passado aprende-se com ele e pode-se melhorar para que não se repitam os mesmos erros do passado, por isso me referi a plenitude do ser enquanto social. A partir daí já posso responder ao segundo item quando me refiro ao aprimoramento da sociedadede que sempre está em busca de uma vida melhor, e para isso, envolve-se diversos fatores, sejam eles históricos, geográficos, dentre outros.
    No tocante a função da História na formação do homem de uma forma geral, acredito que ela fornece um entendimento dos acontecimentos passados com bases efetivas o que contribuiu para libertar a sociedade do período em que era alienada. Sendo assim, pode-se ter uma visão privilegiada dos acontecimentos anteriores e a partir deles construir um presente justo e igualitário visando as melhorias no futuro. É importante destacar o papel do professor na abordagem da História, pois na atualidade deve-se utilizar novas fontes para uma melhor compreensão do conteúdo, além disso tornar a aula prática para que ela seja atraente e agradável tornando o aluno um ser ativo e sujeito na construção do conhecimento histórico.
    Espero ter conseguido me expressar melhor para um melhor entendimento do meu texto.
    Obrigada.
    Espero resposta.

    Att,
    Cátia Pereira dos Santos
    Polo da Colônia Treze

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  4. Prezada Cátia!

    Agora ficou um pouco mais claro.
    Solicito, então, que você incorpore ao seu texto estes esclarecimentos para que ele fique mais completo.

    Att.
    Sayonara Rodrigues

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  5. AD 1
    Aluna: Virgínia Lages Silva

    Acredito que o problema da reprodutibilidade se dá por diversas questões. Não é simplesmente uma questão de “renovar” e aplicar novas técnicas e relações que a metodologia da História apresenta. Walter Benjamin em “A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica” aponta para a importância do valor de culto que uma obra de arte oferece. Acho que o que temos que perceber é o valor de culto que a história oferece. A história humaniza, dá sentido, constrói e justifica, ou seja a história é uma arma. E a educação é, também, um ato político. Veja que a disciplina no Brasil, datada a partir de 1822, já se insere nas escolas por uma questão política, era preciso afirmar o país enquanto Nação e determinar suas diferenças frente a seu passado português, a história garantiria um passado ao qual o país se encontraria enquanto Nação unificada.
    Na República, com a comemoração dos 100 anos de independência, o que se procurava era firmar uma integração territorial a partir da identidade do brasileiro, mas quem era esse brasileiro? Essa era uma das principais questões curriculares, construir um discurso histórico que desse a população um sentimento de pertencimento. Com Vargas os currículos se preocupam com questões que contemplassem uma genealogia da nação e favorecessem a construção de uma identidade nacional. Com os militares, a partir de 1964, observou-se nos conteúdos aplicados a disciplina, uma história que era edificante e justificadora. Veja que é na gestão militar que Tiradentes assume o papel de herói, e mais, um herói que era parecido imageticamente com a figura do Cristo. Há, também, um forte apelo sobre o processo de Independência do país, o Grito do Ipiranga nunca foi tão evocado e comemorado antes.
    Repito, a História é uma arma, que nossas elites usaram e abusaram para impor práticas e justificar discursos. A reprodutibilidade favorece o valor de culto, a cultura de massa, já uma História crítica não, ela cria cidadãos.

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  6. É importante que sejam utilizadas outras ferramentas além da utilização de livros didáticos e o quadro.A realização de projetos que levem o aluno além da sala de aula é uma ótima sugestão para fugir do reprodutismo.Visitas a museus por exemplo,proporcionam aos professores e alunos uma viagem ao fantástico mundo da história, onde nos deparamos com os vestígios deixados pelos antepassados e somos instigados a pensar em situações que podem ter ocorrido e seu reflexo nos tempos atuais.

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  7. Apesar do ensino de História ter passado por muitas transformações importantes nos últimos tempos,ainda necessita de muitas mudanças.
    Os professores precisam melhorar sua forma de ensino, levando para a sala de aula novas tecnologias, como por exemplo: filmes, visitas a lugares históricos,dessa forma deixará a forma tradicional no passado e os alunos vão passar a gostar da disciplina e se tornaram atuantes da sua própria história.

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  8. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA
    CURSO: HISTÓRIA
    PÓLO: ESTÂNCIA
    ALUNO (A): NAIANE LIMA DOS SANTOS

    AVALIAÇÃO À DISTÂNCIA 1

    Apesar das grandes mudanças e novas aprendizagens no ensino de História, ainda encontramos muitos alunos que reclamam das aulas pois a veem simplesmente como uma aula com textos extensos e decoração de datas, talvez por essa ser uma metodologia um tanto primitiva, visto que estamos no séc. XXI, e devemos nos adequar a uma nova realidade e nos adequar aos novos instrumentos de ensino, a exemplo estamos passando por um momento histórico a meu ver, quando assistimos sobre a possível morte Hosama Bee Laden, seria enfadonho e repetitivo retransmitir tal acontecimento aos nossos alunos, mas que tal dinamizar, buscar o eu crítico existente neles, será que os mesmos consideravam-no um terrorista? como a morte de Hosama influencia o nosso país, estado ou município?
    Outro ponto interessante também, é deixar de a hegemonia dos livros de lado, quebrar a ideologia do aluno ouvinte e buscar fazê-lo criar , questionar, vivenciar a história, gostei muito quando uma vez um professor de história passou um trabalho onde transformamos a história da Mesopotâmia numa música, ou melhor numa paródia, são trabalhos como esse que podem dar uma melhor dinamizada no ensino de História e conquistar a admiração de nossos alunos.

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  9. Cara Virginia
    Gostei do seu texto, mas penso que você apenas fez uma introdução sobre a discussão, pois a superação do reprodutivismo envolve mais questões, principalmente as que estão ligadas ao ensino e à prática do professor em sala de aula.
    Você afirma “Acho que o que temos que perceber é o valor de culto que a história oferece. A história humaniza, dá sentido, constrói e justifica, ou seja a história é uma arma.”, e no final reafirma “Repito, a História é uma arma, que nossas elites usaram e abusaram para impor práticas e justificar discursos. A reprodutibilidade favorece o valor de culto, a cultura de massa, já uma História crítica não, ela cria cidadãos.”. Entendo que não somente a história, mas qualquer outra ciência pode se tornar uma arma nas mãos daqueles que detém poder, inclusive na mão do professor, pois ele é detentor de um saber que é trabalhado com os alunos em sala de aula. Outra coisa, a história é uma arma benéfica ou maléfica? E quem pode afirmar que também o uso pela elite foi, em toda a sua plenitude, ruim?
    Então, penso que você deve complementar o seu pensamento, mostrando as nuances do ensino de história, principalmente enfatizando o papel do professor em sala de aula, enfatizando o que você colocou no final, que o ensino de história deve formar cidadãos críticos e reflexivos e não seres “alienados”. Ou seja, devemos superar o reprodutivismo.
    Sobre Tiradentes, penso que a sua exaltação como herói nacional não foi construída na Ditadura Militar, mas sim no início da República quando havia necessidade de afirmação de uma identidade nacional, que não estivesse sob o julgo da coroa portuguesa. Qual a fonte que você utilizou e que afirma que foi durante a Ditadura Militar? Já faz um tempo que eu li a obra de José Murilo de Carvalho “A formação das almas: o imaginário da República no Brasil.” da editora Companhia das Letras, na qual o autor discute sobre a formação do imáginário, discutindo justamente sobre o processo de formação da identidade nacional republicana.
    Por fim, indico que você complemente o seu texto inserindo a discussão sobre o ensino de história, trazendo elementos do texto de Joelma Maltez e espcificando também as referências bibliográficas ao final.

    Att.
    Sayonara Rodrigues

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  10. Prezada Rosi

    Achei interessante a sua reflexão, porém penso que você deve complementá-la, buscando mais elementos presentes no texto de Joelma Maltez, trazendo as possibilidades de trabalho com os conteúdos para as aulas de história, a exemplo do uso da literatura, mostrando como ao longo da história o ensino de história foi utilizado de várias maneiras de acordo com os contextos sócio-econômicos e político-sociais específicos. Além disso, ressaltar o papel do professor de história nesse processo, como dinamizador do processo de ensino-aprendizagem.
    Penso que este texto que você escreveu pode ficar como parte da conclusão.
    Sugeri estas modificações para que sua nota melhore, porque apenas com este parágrafo ela será muito baixa.
    Aguardo retorno

    Att.
    Sayonara Rodrigues

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  11. Prezada Josilene
    Penso que você deve está no caminho certo. Apenas sugiro para você o mesmo que sugeri para a Rosi, que você complemente o seu pensamento buscando mais elementos presentes no texto de Joelma Maltez, trazendo as possibilidades de trabalho com os conteúdos para as aulas de história, a exemplo do uso da literatura, mostrando como ao longo da história o ensino de história foi utilizado de várias maneiras de acordo com os contextos sócio-econômicos e político-sociais específicos. Além disso, ressaltar o papel do professor de história, como dinamizador do processo de ensino-aprendizagem.
    Você já iniciou apresentando algumas possibilidades de dinamização das aulas de história, falta apenas trabalhar um pouco mais com elas, fazendo a relação com o texto de Joelma Maltez.
    Sugeri estas modificações para que sua nota melhore, porque apenas com este parágrafo ela será muito baixa.
    Aguardo retorno

    Att.
    Sayonara Rodrigues

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  12. Prezada Naiane

    Gostei muito do seu texto, penso que você trouxe elementos práticos de como superar o reprodutivismo, dinamizando as aulas de história. Contudo, fiz algumas correções textuais (enviarei para o seu e-mail) e senti falta de elementos do texto de Joelma Maltez, sugerido como ponto de nossa reflexão.
    Você trouxe um exemplo prático de utilização do conhecimento histórico em sala de aula, no caso, a história da Mesopotâmia, Maltez nos traz o exemplo do uso da literatura em sala de aula. Sugiro que você acrescente mais este elemento à sua discussão e também conclua o seu texto, pois ele está sem conclusão.

    Att.
    Sayonara Rodrigues

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  13. Desculpe Naiane

    Eu fiz a correção da sua atividade, porém só agora percebi que você é aluna de Estância e sua tutora é Simone Paixão.

    Peço, então, que você espere o comentário dela e siga as instruções que ele lhe sugerir.

    Att.
    Sayonara Rodrigues

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  14. Universidade Federal de Sergipe
    Centro deeducação superior a Distancia
    disciplina:Metodologia do ensino de História
    Aluna:Maria do Socorro Alcântara
    Pólo:N.Sra da Glória

    É um desafio superar oreprodutivismo,Quando grande parte
    dosprofessores de história foram preparados para reproduzir.
    Sendo que no Brasil a história foi concebida como disciplina em
    um momento de valorização a nação.Durante muitos anosse preocuparam em
    memorizar datas,destacar heróis egrandes políticos e formando
    historiadores para reproduzir essa ideologia de história contada por uma
    classe social dominante.
    Apesar das mudanças a partir dos anos 80,ainda estamos longe de
    sermos historiadores capazes de fazer o aluno de ensino fundamental
    emédio sentir a necessidade de se interessar pela disciplina e serem
    realmente sujeitos dahistória.

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  15. É fascinante estudar história. A busca constante de informações para compreensão da sociedade, da cultura, costumes e crenças dos povos, nos leva a descoberta de lugares e a diversidade cultural.
    Neste contexto, questionamos a utilização do conhecimento histórico na trajetória de nossas vidas, duvidando do sentido de obter o aprendizado inerente aos fatos históricos.
    É papel imprescindível aos professores e alunos à iniciativa para debater a importância de se conhecer a História com todas as suas evoluções - dos povos, dos lugares, de suas crenças e de seus valores - assim podemos afirmar que conhecer a História é conhecer cronologicamente melhor o mundo em que vivemos em sua trajetória e variações.

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  16. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR À DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO DA COLÔNIA TREZE
    LAGARTO / SERGIPE
    João Carlos Oliveira dos Reis
    Minha Querida Colega Socorro, essa discussão é sem duvida muito interessante, preciso dizer que concordo com algumas coisas que você escreveu, já discordo de outras, pois bem, concordo que o desafio de ensinar a História é grande, e que isso também deriva dos muitos anos em que essa ciência foi vista como algo, chato, monótono e de pouco valor como o simples exercício de memorizar datas e épocas de fatos que aconteceram há anos de distancia de nós e que para muitos já não significa e nem interferem em muita coisa, ou quase nada da nossa maneira de viver! Pois bem, apesar de entender e concordar que essa é e foi à maneira que muitos alunos e pessoas vislumbravam sobre a História, eu, contudo venho discordar da sua afirmação em dizer que estamos longe de nos tornar-mos historiadores que consigam fazer os alunos fundamental e médio, compreenderem a importância da História e a necessidade de conhecê-la, estudá-la e refletir os seus tão significativos desdobramentos. Faço essa afirmação e direi o por que: Exatamente porque vejo o fascínio que a História tem, digo isso porque sei o qual maravilhosa é a História, e olha que eu só tenho visto um pouco dessa imensidão; então a questão está na realidade de que muitos professores e até historiadores passavam realmente essa visão medíocre e pobre a respeito da Disciplina, ai vai muito da metodologia; Em suma, eu não sei transmitir uma História do ponto de vista medíocre e chato, exatamente porque não é assim que eu à vejo. O ensino da história é um processo em contínua transformação e adaptação à realidade dos alunos e da sociedade como um todo. Neste processo, é indispensável que o professor acompanhe as transformações e procure continuamente se adaptar as novas demandas do ensino. Par isto o professor deve procurar desenvolver Novas Competências para Ensinar. Abraço colega a você e aos demais!

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  17. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR À DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO DA COLÔNIA TREZE
    LAGARTO / SERGIPE

    Olá sou João Carlos de Oliveira Reis

    Gostaria de saber dos Professores e colegas quais mecanismos ou algumas das formas praticas que poderiam ser utilizadas para estimular alunos do ensino Médio e Fundamental a entenderem a importância da Ciência História? Obrigado Abraço a todos.

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  18. Prezada Maria do Socorro

    Você iniciou bem o seu texto, mas penso que poderia trazer mais elementos presentes na discussão realizada por Joelma Maltez.

    Outra coisa, penso ser muito pessimista a sua afirmação: "Apesar das mudanças a partir dos anos 80,ainda estamos longe de sermos historiadores capazes de fazer o aluno de ensino fundamental emédio sentir a necessidade de se interessar pela disciplina e serem realmente sujeitos dahistória."

    Ao contrário, penso que você pode acrescentar uma discussão sobre como superar o reprodutivismo e não simplesmente afirmar que é muito difícil superar. O que é mais importante, e que consiste no objetivo da atividade, é justamente discutir sobre a prática do professor de História, enfatizando a utilização de estratégias para tornar o ensino mais agradável e produtivo, culminando com uma aprendizagem mais significativa.

    Reflita sobre a prática do professor de História e apresente mais elementos presentes no texto sugerido, de Joelma Maltez. Leia com atenção o texto dela e tente escrever com suas palavras um texto com introdução, desenvolvimento e conclusão.

    Sugiro que retire a frase citada do seu texto final, que será postado na Plataforma e acrescente a discussão que eu indiquei.

    Agora, só tem uma coisa: você já postou a sua atividade na Plataforma e eu já dei a sua nota.

    Bom, peço que refaça o texto, e em breve eu entro em contato com você.

    Att.
    Sayonara

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  19. Concordo com João, pois realmente, não podemos ser pessimistas, como afirmei na outra mensagem, mas otimistas, pois só assim o ensino de História (disciplina) irá cumprir a sua verdadeira função, que não se restringe a uma perspectiva reprodutivista, mas sim criativa e diversificada em relação à metodologia de trabalho em sala de aula.

    Na atualidade, então, esta questão salta aos nossos olhos, pois temos uma diversidade muito grande de metodologias de ensino, baseadas nas novas tecnologias, que proporcionam, quando bem trabalhadas, uma dinamização do processo de ensino-aprendizagem da história (ciência).

    Precisamos apenas ter a cautela de não esquecermos o conteúdo, pois sabemos que nomes, datas e conjunturas são imprescindíveis para a compreensão da nossa disciplina. Assim, devemos ter o cuidado de utilizar as novas tecnologias, ou qualquer outra estratégia de ensino, para não ficarmos apenas nelas, mas avançarmos em termos de conhecimento histórico, junto com os discentes.

    Att.
    Sayonara

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  20. Zacarias Junior, você é de que pólo?

    Aguardo retorno para fazer comentário.

    Att.
    Sayonara

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  21. Joselia dos Reis Souza
    É comum ouvir alunos dizerem que não gostam de estudar a disciplina de história, que é muito chata ou até mesmo frases como “quem gosta de passado é museu”. Isso acontece devido à forma que a história é passada, como uma matéria decorável. A história na sua formação como disciplina teve uma grande influência política que ditou a forma como a história devia ser ensinada. Essa visão da história pode ser mudada e já começou por alguns professores que já estão passando o conteúdo de uma forma diferente descontraída, atraindo a atenção dos alunos. Os novos professores devem buscar uma nova forma de lecionar a história trazendo o contexto para o pressente dos alunos fazendo que surja o prazer em conhecer, várias fontes podem ajudar o educador, como filmes, musica, dança e a pintura chama a atenção dos jovens. O professor precisa ser inovador para acompanhar a evolução do seu público.

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  22. Este comentário foi removido pelo autor.

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  23. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR À DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO DA COLÔNIA TREZE
    LAGARTO / SERGIPE

    ACADÊMICO: MARCELO VITAL DE OLIVEIRA

    Percebe-se claramente que alguns docentes se enveredam pelos trilhos do reprodutivismo, preferem lecionar com fidelidade ao tradicional, centralizando e ministrando suas aulas em sua pessoa. Sabemos que é muito complexo ou até mesmo impossível explicar o que é a História qual sua serventia, já que são inúmeras, porém, a mesma tem como princípio básico a premissa de está relacionada à presença, às atividades, às maneiras de ser das pessoas ou seja, a história está ligada diretamente ao homem e vice e versa, no entanto, as aulas tradicionais não introduzem todos os agentes da História, privilegiam os grandes feitos, como os dos heróis Grego-romanos, o teocentrismo, a soberania dos estados, deixando de fora o centro do conhecimento que é o próprio homem.
    E necessário que o docente se desprenda do “o ensino factual do conhecimento histórico, anacrônico, positivista e temporalmente estanque” (SCHIMIDT &CAINELLI, 2004, p.12).
    É preciso encontrar novas possibilidades de ensinar a história propiciando que o aluno seja sujeito de seu próprio conhecimento, assegurando-lhe a valorização do conteúdo como produto do saber e de visões críticas e diversas sobre o mundo, um dos caminhos possíveis para alcançar tais objetivos seria a introdução de novas fontes, sejam elas áudios-visuais como, filmografias, músicas dentre outras, é necessário que os discentes sintam satisfação no processo de aprendizado, aprender de forma agradável é bem mais eficaz, portanto o docente deve adotar quaisquer novas posturas no intuito de ampliar o conhecimento do seu alunado, só assim a epigrafe citada no artigo de Joelma Maltez, se fará valer em sua plenitude. “...dificilmente encontraremos quem desconheça o papel da História paraajudá-lo na compreensão de si, dos outros e do lugar que ocupamos na sociedade e no dever histórico”. Elza Nadai, 1993.

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  24. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO DA COLÔNIA TREZE
    Aluna: Maria Celeste dos Santos Araujo
    O Ensino de História:
    desafios para superação do reprodutismo
    São vários os desafios para a superação do reprodutismo do ensino de história, por parte dos docentes, e, que vai refletir diretamente nos discentes principalmente nos níveis de ensino: fundamental e Médio. Além disso, o historiador pode e deve recorrer as novas fontes históricas atuais, presente no cotidiano dos discentes, recursos esses tão atrativo e enriquecedor que favorecem a produção de conhecimento histórico.
    Um dos muitos desafios, diz respeito à metodologia usada pelo professor em sala de aula, que ainda persiste em lecionar de forma tradicional, sendo ele o centro do saber, tornando-se medíocre no emprego dos recursos e deixando a desejar, com isso, as finalidades de cada aula, como também, a relevância dos conteúdos estudados. Historiadores se pautam em moldes ultrapassados, ineficientes e inadequados para o ensino de história. Sendo assim, essa falta de interesse por parte dos alunos, reflete o distanciamento da teoria e a prática do ensino de História bastante medíocre por parte dos professores que persistem com métodos tradicionais.
    Dessa forma, se faz necessário novas formas e mecanismos de inovar para a superação da reprodução tão presente em sala de aula. O professor deve fazer uso de novas ferramentas que podem ser relevantes deixando as aulas mais prazerosas e significantes para o aluno. Aulas essas efetivamente constituídas com conteúdos contextualizados fazendo da teoria a prática, aproximando o fazer historiográfico do ensino e tornando o aluno sujeito atuante da história e de seu processo de aprendizagem, sabendo o que aprende, e, para que aprender. Com isso, contribui para a transformação das práticas docentes, como também numa nova maneira de aquisição de conhecimento.

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  25. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO DA COLÔNIA TREZE

    Aluna: Maria Celeste dos Santos Araujo

    O Ensino de História:
    desafios para superação do reprodutismo
    São vários os desafios para a superação do reprodutismo do ensino de história, por parte dos docentes, e, que vai refletir diretamente nos discentes principalmente nos níveis de ensino: fundamental e Médio. Além disso, o historiador pode e deve recorrer as novas fontes históricas atuais, presente no cotidiano dos discentes, recursos esses tão atrativo e enriquecedor que favorecem a produção de conhecimento histórico.
    Um dos muitos desafios, diz respeito à metodologia usada pelo professor em sala de aula, que ainda persiste em lecionar de forma tradicional, sendo ele o centro do saber, tornando-se medíocre no emprego dos recursos e deixando a desejar, com isso, as finalidades de cada aula, como também, a relevância dos conteúdos estudados. Historiadores se pautam em moldes ultrapassados, ineficientes e inadequados para o ensino de história. Sendo assim, essa falta de interesse por parte dos alunos, reflete o distanciamento da teoria e a prática do ensino de História bastante medíocre por parte dos professores que persistem com métodos tradicionais.
    Dessa forma, se faz necessário novas formas e mecanismos de inovar para a superação da reprodução tão presente em sala de aula. O professor deve fazer uso de novas ferramentas que podem ser relevantes deixando as aulas mais prazerosas e significantes para o aluno. Aulas essas efetivamente constituídas com conteúdos contextualizados fazendo da teoria a prática, aproximando o fazer historiográfico do ensino e tornando o aluno sujeito atuante da história e de seu processo de aprendizagem, sabendo o que aprende, e, para que aprender. Com isso, contribui para a transformação das práticas docentes, como também numa nova maneira de aquisição de conhecimento

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  26. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA
    LICENCIATURA EM HISTÓRIA




    ANDRÉ LUIS SANTOS


    A História faz parte de nossas vidas. Mais do que isso: liga o presente ao passado, conferindo significados aos nossos atos e pensamentos. A História é uma área do conhecimento como todas as outras. É dedicada, porém, ao estudo dos acontecimentos realizados pelos mais diferentes indivíduos e grupos sociais no decurso do tempo.
    Em outras palavras, destina-se a compreensão das mudanças e permanências ocorridas nas diversas sociedades do mundo, ao longo do tempo. Por outro lado o ensino da História nunca foi passado para os alunos como uma disciplina contextualizada, interpretativa, e, sobretudo, que os estudiosos da área preocupam-se com o presente, o mundo em que vivemos. Pois a disciplina História era passada como uma matéria de decorar datas, contexto histórico e apenas recontar o que sempre foi dito, a memorização de acontecimentos e quem foi o personagem promissor do contexto. Sendo que a área da História é bem mais abrangente do que isso, pois ela leva a perceber que tudo pode ser mudado. E que através da forma como é transmitida pode tornar o individuo crítico, ativo em relação ao mundo que o cerca. E que o estudo dela oferece alternativas de resposta a perguntas como, por exemplo: Aqui no Brasil, no passado, os mais pobres não podiam participar da escolha de seus governantes. Nem sequer as mulheres da elite dispunham de liberdade para trabalhar ou sair desacompanhadas. Hoje, a realidade é bem diferente. Como as pessoas conquistaram essa condição? Como podemos mudar nossa realidade? Então, são essas questões que com o estudo dos acontecimentos na História que respostas são encontradas para as indagações.
    Nesse contexto, para o estudo da história, o pesquisador utiliza tudo o que é produzido pelo ser humano: fotografias, pinturas, letras de musica, documentos oficiais, depoimentos, objetos de uso domestico, testemunhos orais, lendas, mitos, nessa questão o educador da disciplina de História pode utilizar-se desses artefatos para interagir, compartilhar e instigar aos discentes a prática investigativa, interpretativa de acordo com a história. Mostrando ao alunado que pode sim a disciplina de História ser, estar e se fazer presente no cotidiano de cada um.

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  27. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA
    CURSO: HISTÓRIA
    PÓLO: PROPRIÁ
    ALUNA: ROSANGELA CALHEIROS DE LEMOS
    MATRÍCULA: 09103401
    DATA: 13-05-2011


    ATIVIDADE Á DISTÃNCIA 1



    Ao ler a revista carta capital de 03 de setembro de 2007, de autoria da repórter Ana Paula Souza, cujo título é "A História como Ela E”, entendir que Schmidt autor da coleção Nova História Crítica, vendeu vários exemplares, ficou famoso, mais por questões econômicas,ideológicas e políticas e por falar do comunismo e da ditadura,segundo cita o texto, o livro foi excluído pelo MEC,pois tudo gira em torno do dinheiro,interesses políticos e o poder das classes, que acha que pode tudo,sabendo que está atrapalhando a educação de todos nós,até mesmo os professores que solicitou o livro de Schmidt,pois os professores se identificaram com o livro,para ser trabalhado em sala de aula.

    No texto o professor Kazumi Munakata, comenta entre dois pontos, o MEC e o PNLD, O MEC que criou regras que limitariam a propaganda para que os educadores não fossem influenciados indevidamente, e o PNLD grupos como coc e o positivo que se expandiram até hoje, mais que eram vistos por especialistas como educação ariscada; o professor também comenta que houve reforma curricular, fazendo com que levasse dez anos pra ser aprovado.

    Se não fosse a imprensa, e os interesses de alguns políticos que só pensa no dinheiro, e no poder, e não se preocupa com a "Educação”, o Brasil teria livros didáticos sem tanta polêmica, e não seria preciso retirar da lista de compras, o livro de Nova História Crítica de Marfo Schmidt, livro campeão na solicitação dos professores; se os governantes se preocupassem mais com educação, teríamos uma educação de qualidade e um Brasil melhor.

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  28. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    PÓLO JAPARATUBA
    ALUNA CANDIDA REGINA SANTOS SOARES

    Digo que quando se fala em reprodutivismo devemos levar em consideração alguns fatores:
    _ a história tem múltiplas abordagens,
    _ o ensino da história ao longo dos tempos serviu a propósitos político-ideológicos,
    _ História se aprende ou se decora?
    _ o professor pesquisador deve instigar o aluno
    _ conhecimento histórico é construção
    _ o aluno além de atuante da história é sujeito do processo de aprendizagem.

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  29. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE – UFS
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR À DISTÂNCIA
    CURSO: HISTÓRIA
    POLO: COLÔNIA TREZE
    ALUNA: FABIANA ROCHA SANTOS

    ATIVIDADE À DISTÂNCIA 1

    Como é cediço, na atual conjuntura social, o ensino, bem como a sua metodologia deve perpassar por um processo de reflexão, eis que, efetivamente, carências são observadas, porém, às vezes, desapercebidamente, transmutada de forma dissimulada, ou seja, falhas são observadas, contudo, nada é elaborado com o intuito de angariar-se melhoria.
    O reprodutivismo funciona, na seara concernente à licenciatura lato sensu – aqui falando-se em História –, deveras, como uma forma de “engodo” acadêmico, posto que, o professor finge que ensina e, da mesma forma, o discente disfarça que aprende. Isso é, por demais, grave, visto que, posteriormente, por exemplo, quando indagado a respeito de algo relacionado à disciplina, este aluno que só fingira, devido ao buraco na aprendizagem, estará fadado ao infortúnio.
    Assim sendo, o papel do professor de História é o de fomentar a busca pelo conhecimento, dirimindo dúvidas, dando conselhos, ou seja, deve este, certamente, anunciar o melhor caminho a ser seguido aos seus “pupilos”; o professor de história deve ser, além de tudo, humano, entendendo a sua função enquanto sujeito formador de opinião, pois, conforme anunciou outrora Paulo Freire: “Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante”. Eis a essência do ensino, formar indivíduos críticos e preparados para a vida.
    Desse modo, respaldado nos dados trazidos pela autora Joelma Maltez, no artigo intitulado “ENSINO DE HISTÓRIA: desafios para superação do reprodutismo”, tem-se que o professor deve afastar-se dos métodos antigos de ensino, desestimuladores, inibidores, procurando, à sua maneira, instrumentos que incentivem à busca pelo conhecimento, estimulando-os de forma concreta e adequada. Daí a necessidade do uso das ferramentas tecnológicas, por exemplo, como ferramenta de arrimo à procura por novas alternativas metodológicas.

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  30. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR À DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO: COLÔNIA TREZE-LAGARTO / SERGIPE
    ACADÊMICA: CLÉCIA SILVA SANTOS COSTA
    DATA: 14-05-2011

    O ENSINO DE HISTÓRIA: DESAFIOS PARA A SUPERAÇÃO DO REPRODUTIVISMO.
    A perspectiva sobre o ensino de história tem feito parte de inúmeros estudos a fim de aprimorar o saber social, com o intuito de que os novos docentes lecionem a partir de uma visão inovadora do ensino-aprendizagem, que se diferencie do modelo tradicionalmente mais usado: quadro, livro e voz. No século XXI, espera-se que os novos profissionais assim como os que já lecionam possam ter conhecimento e saibam utilizar novas estruturas e conceitos educacionais, ou seja, mudar e preciso.
    Desde a antiguidade, percebe-se que a historiografia era exposta voltada para o interesse daqueles que eram detentores do poder, assim o que se noticiava era o que eles queriam valorizar, no caso da antiguidade eram as visões heróicas, e a valorização dos impérios.
    Com a Idade Média esse interesse foi baseado em exaltar a intelectualidade, centralizando-se no teocentrismo, e depois pelo humanismo.
    No século XIX, o auge dos estudos históricos era o estado, sendo o período de hegemonia da historia política, acrescido de relevância para o contexto da época.
    No Brasil, a história do país foi caracterizada por influência francesa e por baseia-se na cronologia política.
    Então como superar o rerodutivismo, fruto de um longo legado da historia expressada pelos interesses da elite? Apesar dos avanços na área da educação, uma das maneiras de superar o reprodutivismo, além da boa qualificação dos professores, esta no uso dos novos mecanismos do mundo moderno a exemplo das fontes visuais, bem como mídias, visitas a museus, excursões, tecnologias, filmes, ver lugares históricos, Alem do uso criativo do quadro, da musica, do teatro, das danças regionais e nacionais, mostrando por meio das dinâmicas a forma interativa de se aprender história.
    Portanto, precisa-se unir o tradicional com o moderno, com isso rememorar as tradições, as identidades o gosto pelo estudo, no mais, redescobrir e criar mostrando finalidades. Em fim desmitificar a idéia de que alguns alunos têm, sobre o ensino decorativo e extenso da história enquanto disciplina curricular, o uso do livro deve ser visto como um dos mecanismos para estudar, não apenas como único, sendo assim tirar o mito de que para algumas pessoas o professor é único detentor do saber, conquistar a admiração dos alunos é fazer com que eles melhorem seu praticas discentes no ensino-aprendizagem, o professor é o dinamizador do saber sendo para ele primordial a formação universitária em constante pesquisa, pois o professor que domina o conteúdo é um docente preparado para praticar habilidades em sala de aula, proporcionando uma formação que supere barreiras, dando resultados e despertando no aluno sua capacidade critico-discursiva atuante no domínio da busca por um cidadão não alienado e contribuinte da construção de uma sociedade participativa nos interesses em geral, para o beneficio de um mundo melhor.

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  31. josefa Cleide dos Santos14 de maio de 2011 08:55

    UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    UAB-COLÔNIA TREZE
    JOSEFA CLEIDE DOS SANTOS


    “Para quê estudar o passado se eu vivo no presente? Ou ainda: Quem vive de passado é museu”! São frases tão comuns e errôneas quando se referem ao conteúdo de História. Mas essa visão deturpada do ensino se por causa de alguns educadores que ainda lecionam de forma repetitiva, “decoreba”, desestimulando o aprendizado, mas é que estes estãos presos aos métodos tradicionais.
    Dentre os vários papéis da História está o de valorizar, resgatar, questionar e tentar compreender o passado. Mas é imprescindível que o professor evolua se atualize, busque novos recursos que possam ir muito além do livro didático e das quatro paredes da sala de aula. Que ele seja a ponte entre o aluno e a vontade de buscar de forma prazerosa o conhecimento.
    Mesmo a História tradicional se concentrando no ponto de vista europeu, contando como os favorecidos, os “desbravadores” viviam, se comportavam e quais os seus grandes feitos, ela chegou ao Brasil como disciplina no século XIX, onde o Estado se transformara no grande objeto de estudo, devido ao período de auge da história política. Em meio também há um cenário mundial que ansiava por renovações sociais, políticas e culturais, buscando reescrever a sua história, resgatando sua própria identidade.
    A História começa com a história de cada um, que mesmo sendo apenas uma pequena peça que atua nesse enorme contexto, pode fazer toda a diferença nesse longo caminho em busca da nossa História.

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  32. O ensino da historia, ao longo doas anos passa por grandes mudanças, e ainda hoje, o desafio é muito grandes. Ao ler o texto, noto a riqueza de formas, metodos, da interação que pode ser feita no ensino da historia para trazer os alunos para vivenciar, este fazer historia.
    O desafio que pude perceber, se dá ainda hoje, que muitos dos professores, em sala de aula apenas "reproduzem o saber", ainda de forma tradicional e nada atrativa. O texto trás pontos muito interessantes e reflexivos, de como trabalhar a historia, abrangendo a interdisciplinariedade no ensino da historia, como a literatura, o cinema, obras de arte, o visual.
    E quantas obras de literatura nos retratam tão bem, a vida, coisas simples e corriqueiras de epocas passadas, assim como grandes momentos visto de um angulo diferente, de forma realemnte vivida, narrada, descritiva, e sem esquecer da leitura visual, fotografias, obras de arte, e obras cinematograficas, com leituras figurativas e muitas vezes estas são as linguagens que o nosso alunado cnsegue compreneder, entender, viver...
    Enfim,percebo que atraves de um ensino dinamico, interativo, dialogado da historia, poderemos trazer o alunado a gostar da disciplina assim como compreender e enteder o qual importante se faz o resgate das nossas origens, culturas e tradições que vem se perdendo em meio a este turbilhão de transformaçães que a globalização e a tecnologia nso trás, então vmaos usar estes recursos para nso auxiliar.
    Suely Lima Silva, academica do curso licenciatura em historia, polo NOssa Senhora da Gloria

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  33. D1
    Aluna: Josenilde Leite Santos
    Pólo Brejo Grande

    Achei muito interessante essas colocações com relação a metodologia do ensino e aprendizagem dentro da disciplina de História,gostaria de ressaltar o que já foi falado com mais clareza, pois digo como experiência própria porque eu tinha muita curiosidade em ter mais conhecimento da disciplina de História porém nenhum dos meus professores doensino fundamental despertou esse interesse,mas no período do ensino médio (curso normal) a uns 5 anos atrás uma professora a qual faço questão de mencionar o nome Edileuza cordeiro fez com que eu desperta-se essa curiosidade através de seu dinamismo isso ficou marcado de tal forma que tomei a decisão de cursar lic. História e como forma de agradecimento falei para ela o motivo dessa minha decisão,assim como qualquer outra disciplina muitas as vezes o desempenho do discente depende do desenvolvimento, das estratégias e metódos usados pelos docentes.

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  34. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO DA COLÔNIA TREZE
    ALUNA:Elke Magali R. da Conceição

    A história é de fundamental importância para o homem, pois está ajuda-o a entender de si, do outro e do seu lugar na sociedade, contudo essa valorização da história não tem sido passada de forma adequado para os discentes que na sua maioria se pergunta pra que estudar História?
    Alguns fatores que contribuem para está dúvida é a maioria pela qual o professor conduz suas aulas de forma tradicional, usando poucos recursos. Geralmente é utilizado apenas quadro, livro didático e a voz deixando desse modo a aula repetitiva e cansativa, não se pode deixar de mencionar a falta de interesse do aluno jun to aos estudos de pesquisas.
    Para que a História possa ser mais valorizada é necessário uma mudança na educação, em relação a conteúdos trabalhados, bem como a maneira de lecionar, é bastante interessante a colocação de Ulpiano de Meneses quando faz menção ao uso de imagens no estudo na história não basicamente como fontes visuais, mas como fontes históricos.As fontes visuais são mais proveitosas para o conhecimento.
    Portanto só haverá uma valorização maior da história quando passarem a trabalha - lá de forma mais proveitosa com a inclusão de recursos como cinema, fotografia, música, pintura dentre outros, levando sempre o aluno a participar das aulas.

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  35. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR À DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO DA COLÔNIA TREZE
    LAGARTO / SERGIPE

    ACADÊMICO: JOSEILTON OLIVEIRA DOS SANTOS
    O ENSINO DE HISTÓRIA: DESAFIOS PARA SUPERAÇÃO DO REPRODUTISMO

    O ensino de História no Brasil não apresenta muita diferença comparando com outras disciplinas em relação às práticas empreendidas no cotidiano da sala de aula. É perceptível a falta de clareza nos propósitos acerca dos conteúdos abordados pelos educadores.
    As inovações para o ensino de História no Brasil vêm sendo discutida desde o século XIX, quando se tomou consciência de que o que vinha se desenvolvendo nas escolas não correspondiam à realidade. Passados os anos, já no século XXI, ainda é possível constatar que as práticas pedagógicas não evoluíram o quanto se esperava.
    É verdade que a educação no país tem demonstrado laços do tradicionalismo, há muito que se renovar. Por outro lado é necessário considerar a falta de recursos de fato modernos, já que muitas vezes eles só existem teoricamente, o educador, por mais idealizador que seja se depara com as dificuldades às vezes fora de sua possibilidade. Claro que isso não pode justificar a falta de renovação das práticas do ensino de história, mas devemos considerar que na realidade do professor são os “pré-históricos”: quadro, giz e sua voz.
    Consideremos que é possível uma maneira moderna de ensinar história e que mesmo sem os recursos necessários a educação pode ser trabalhada de forma mais contextualizada, as práticas podem se dar dentro de uma perspectiva vivenciada, o aluno deve ser protagonista do conhecimento, melhorando assim a sua visão de mundo.
    A inclusão de novas tecnologias é fundamental para uma nova metodologia no ensino de história, ela pode viabilizar maiores interesses por parte do aluno, já que estando em contato com as fontes históricas ele terá mais condições de perceber os fatos a partir de uma explanação visual.
    A disciplina de História pode sim ganhar mais aceitação dos alunos a partir do momento em que esta deixe de ser instrumento de reprodução do conhecimento e passe a integrar-se de na vida do aluno com propósitos claros.

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  36. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    Centro de educação superior à Distância
    UAB – Colônia treze – Lagarto-SE
    Acadêmica: Cristiana Barbosa Teixeira
    Curso: História


    É necessário encontrar novos caminhos para ensinar História, pois muitas vezes ouvimos que História é uma disciplina chata e cansativa. Talvez isso ocorra pela falta de preparo de muitos docentes, dificultando assim um bom desenvolvimento em sala de aula. Sabemos que História é uma fonte de conhecimentos profundos e quando bem trabalhado gera uma satisfação gratificante para quem ensina e também para quem aprende.
    Para despertar o aprendizado é preciso encontrar novos meios de ensinar, saindo do monótono e método tradicional: vídeos, viagens a cidades históricas, museus, etc. para que as aulas sejam estimuladas e prazerosas. Os novos recursos, se bem utilizados irá fazer com que o aluno tenha uma nova visão da importância da História, pois o que vimos quando estudávamos no fundamental eram atos heróicos de personagens históricos da elite e desconhecidos das verdadeiras realidades, que ficavam Poe trás daqueles menos favorecidos diante da sociedade. É preciso renovar os conhecimentos e praticar, para que tudo funcione como se deve.

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  37. É fascinante estudar história. A busca constante de informações para compreensão da sociedade, da cultura, costumes e crenças dos povos, nos leva a descoberta de lugares e a diversidade cultural.
    Neste contexto, questionamos a utilização do conhecimento histórico na trajetória de nossas vidas, duvidando do sentido de obter o aprendizado inerente aos fatos históricos.
    É papel imprescindível aos professores e alunos à iniciativa para debater a importância de se conhecer a História com todas as suas evoluções - dos povos, dos lugares, de suas crenças e de seus valores - assim podemos afirmar que conhecer a História é conhecer cronologicamente melhor o mundo em que vivemos em sua trajetória e variações.

    ATT

    ZACARIAS JUNIOR DOS SANTOS
    ALUNO DO QUARTO PERIODO DE LIC EM HISTORIA
    POLO N SRA DA GLORIA
    MAT 09102245

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  38. Este comentário foi removido pelo autor.

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  39. Não obstante inúmeros estudos, discussões, reflexões, divergentes ou não, no decorrer dos anos desde a década de 80, nunca como hoje, em pleno século XXI, o ensino de História, enquanto disciplina, se viu na urgência de uma verdadeira revolução estrutural e conceitual a fim de superar o reprodutismo reinante.
    Após estudos apurados sobre a origem da história em diferentes pesquisadores, Joelma Maltez reconhece ter ocorrido mudanças no decorrer do tempo devido a influencia historiográfica de cada época. Sendo assim, a nível mundial a mudança se deu em fases diversas. Desde a Antiguidade, Idade Média, Século XIX e XX. Porém, é trilhando o percurso da disciplina como ela é ministrada nas escolas no Brasil que a autora, encontra em Elza Nadai, fundamentos para o seu referido artigo.
    A disciplina de História no Brasil já foi inserida e apresentada como a História da Europa Ocidental, tida e vista como verdadeira história da civilização.
    Na passagem do séc. XX para o XXI, as discussões se tornam constantes visando encontrar novas possibilidades de lecionar história possibilitando ao aluno ser ele mesmo sujeito do seu próprio saber com uma visão ampla, crítica, diversificada perante o mundo. Nessa linha de discussão a autora elenca Ulpiano Meneses, com a sua idéia de visualidade através do uso das imagens como fontes históricas e não como meras ilustrações.
    Para a autora se faz necessário superar não só a prática do ensino e do campo historiográfico, com visualidade, mas também a inclusão de nova linguagem e tecnologias precisam fazer parte das aulas de História. Pois o cinema, a fotografia, a música, a pintura, quando usadas corretamente são capazes de despertar o interesse do alunado e de fazê-lo construtores de conhecimento histórico.
    Outra discussão recente é trabalhar literatura nas aulas de História. Aqui é uma riqueza para professor de história; ousar sair dos livros didáticos, mesmo os atuais e imergir os alunos
    no vasto campo literário e deixá-los realizar sua própria leitura percebendo todo o reflexo que há na vida social. Por sinal a autora lamenta que apesar das ricas iniciativas e propostas existentes, muito pouco dessas inovações históricas chegam nas salas de aulas.
    Enfim, o professor é um mediador; um incentivador. É antes de tudo ele, com o seu modo de ensinar, com a sua postura pedagógica utilizando ferramentas eficazes que consegue traduzir para o seu aluno as teorias ensinadas, tornando-as significativas e contextualizadas. Somente assim a disciplina de História superaria o reprodutismo e traria mais sentido para a vida social de todos os futuros professores. Ao contrário continuará encontrando resistência e refutação pelos discentes.

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  40. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    CURSO: HISTÓRIA
    PÓLO: ESTÂNCIA
    ALUNO:MARCOS LUIZ DE SOUSA

    AD1

    É muito comum encontrarmos alunos que não gostem da disciplina de História por enfadonha, se embasar apenas em estudar o passado, fatos distantes, muitas vezes fora de sua realidade.
    É preciso mostrar aos alunos que História vai além dos fatos heróicos, políticos,o aluno precisa saber que sua vida também é uma história particular que está inserida na história do seu município, dando assim maior valorização a história regional e local, fazendo-o se sentir parte de uma riqueza cultural e isso não está apenas impregnada nos livros, o professor de história deve se adequar aos novos instrumentos de ensino como vídeos, músicas, talvez assim possamos conquistar o atrativo dos nossos alunos à nossa História tão presente em nossas vidas e tão esquecida por nós.

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  41. Universidade Federal de Sergipe
    Universidade Aberta do Brasil
    Curso: História
    Pólo: Nossa Senhora da Glória
    Disciplina: Metodologia do Ensina de História
    Acadêmico: Erhard Lima de Aragão (09102108)

    A disciplina História encontra-se sempre em transformação, ou seja, se modificando e se adaptando a sociedade, e isto requer dos docentes uma inovação paralela com as mudanças diária que a História recebe do mundo. Um dos problemas encontrados são o desestímulo por parte dos discentes com a disciplina, isso ocorre na maioria das escolas do Brasil, o ensino de História se torna algo cansativo e repetitivo à medida que os docentes não utilizam outras ferramentas para a aprendizagem a utilização de novas mídias e recursos digitais por parte dos docentes seria uma alternativa viável para que os alunos tivessem maior interesse pela matéria, fazendo assim um caminho pedagógico forte para toda a sociedade.

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  42. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR À DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO DA COLÔNIA TREZE
    LAGARTO / SERGIPE

    ACADÊMICA: ACÁCIA MENEZES


    A História nem sempre é escrita como ela de fato ocorreu. Isso por vezes reflete na metodologia de ensino da disciplina História. Mas o incrível de tudo e o poder que os registros escritos da história tem em determinar ou até mesmo de modificar o rumo das coisas, assim mesmo quando ela se torna público e divide opiniões, ela pode ser benéfica ou maléfica. No inicio das descobertas não era tão diferente de hoje, muitas coisas foram ocultadas, pois não era interessante para os danos da situação no momento, o que diferente dos tempos aturais, são as inúmeras redes de informações que se chocam e dirigem com outras opiniões que faz com que a verdade apareça.
    Para termos a veracidade de alguns fatos, vamos pesquisar livros, jornais e outras fontes, com relação aos jornais eles até podem censurar o presente, mas nunca o futuro, alguns ainda pauta pela imparcialidade pela responsabiliza no repasse da noticia, infelizmente não são todos que tem a preocupação em da notícia com imparcialidade.
    Por isso é necessário dizimar a história em relação à ficção, devemos atentar para aquilo que não esta completo muito, vago são os casos que há a omissa de noticias. Todos nos temos o compromisso de zelar por esta verdade, e autenticidade da história seja ela qual for, para que as gerações futuras venham desfrutar da veracidade da história.

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  43. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR À DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO DA COLÔNIA TREZE
    LAGARTO / SERGIPE

    ACADÊMICA: ACÁCIA MENEZES

    Vendo as transformações que ocorrem, naturalmente, com o estudo e aprendizagem da disciplina História, estou otimista no que diz respeito ao ensino dessa disciplina nos anos que virão, principalmente vendo e lendo os futuros ensinadores e historiadores, as mudanças decorridas na maneira de ver História, me leva a crer que também ocorrerão mudanças na aplicação da mesma, isso logicamente fará com que alunos tanto do ensino Fundamental e Médio percebam o fascínio existente da compreensão da História.

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  44. Concordo com você, caro colega Zacarias, mas acho que o livro didático não deve ser avaliado pelo autor, e sim pelos conteúdos que eles transmitem para o aprendizado do aluno. E não servir como barganha entre os políticos, que só visam os seus interesses particulares, e esquecem da importância do livro didático para educação do país.
    Marizete Ferreira da Silva – 4º período de história

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  45. Concordo com você, caro colega Zacarias, mas acho que o livro didático não deve ser avaliado pelo autor, e sim pelos conteúdos que eles transmitem para o aprendizado do aluno. E não servir como barganha entre os políticos, que só visam os seus interesses particulares, e esquecem da importância do livro didático para educação do país.

    Marizete Ferreira da Silva
    4º período de história
    Pólo Nossa Senhora da Glória

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  46. Rodrigo de Jesus Santos15 de maio de 2011 04:45

    UFS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CESAD - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR À DISTÂNCIA
    UAB - UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO DA COLÔNIA TREZE
    LAGARTO / SERGIPE

    ACADÊMICO: Rodrigo de Jesus Santos

    O ensino da disciplina de história passou por muitas transformações históricas, mas ainda sofre de um problema, o tradicionalismo do ensino por parte dos docentes, pois os mesmo continuam a utilizar um ensino repetitivo e meramente reprodutivo.
    Um dos maiores problemas é a metodologia utilizada pelos professores, que acaba tornando as aulas da disciplina monótona, causando com isso o desinteresse dos dicentes e o distanciamento dos mesmos da disciplina.
    Com isso faz-se necessário uma nova metodologia que utilize outras ferramentas além do livro didático, Taís como viagens a locais históricos da região onde vivem, para despertar o interesse dos discentes sobre a história regional; Utilização de vídeos sobre momentos históricos; a utilização das internet para pesquisas e muitas outras ferramentas.
    Isso vem a demonstra para todos nós, futuros docentes, que é de extrema necessidade utilizar melhor todas as ferramentas disponíveis para ministrarmos essa disciplina tão instigante e interessante, fazendo com que os docentes se interessem cada vez mais e venha a conhecer melhor esse mundo maravilhoso que é a história.
    Com todas essas transformações fico otimista em relação aos futuros docentes e ao ensino dessa disciplina.

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  47. UFS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CESAD - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA
    UAB - UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO DE JAPARATUBA
    CURSO HISTÓRIA
    ACADÊMICO: DIÓGENES MANOEL DOS SANTOS

    Ao estudar história de uma forma geral percebemos que, nas discussões atuais sobre o que se dis respeito ao ensino de história há uma necessidade de aproximar o aluno do fazer historiográfico, o aluno deve se aproximar-se da fonte histórica objetivando desenvolver o lado critico que o levara ao verdadeiro saber, que o induzira a se aprofundar na pesquisa, os maiores historiadores são capazes de elucidar questões de um contexto, seja eles através das crônicas ou de versos.Contudo bem como a questão da grande variedades de fontes históricas um rio inesgotavel de informações que contribuirá através da pesquisa para o aprimoramento do saber histórico com a aplicabilidade de uma nova metodológia que divergi da tradicionalista monótona e decoreba.

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  48. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR À DISTÂNCIA
    UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO DA COLÔNIA TREZE
    LAGARTO / SERGIPE
    Aluna: Edenilde Maria dos Santos

    Atualmente a disciplina de História não está sendo bem aceita pelos alunos, muitos questionam que ela não tem serventia, que não tem nada de importante e de útil. Esta visão basea-se devido a forma que ele é transmitida por certos professores. Em sua maioria estes utilizam apenas a leitura, a lousa e a voz para falar de história, não se utiliza de novos métodos que possam fazer com que o aluno se interesse pela matéria. O professor deve ampliar seus métodos de ensino para mudar esta visão deturpada do valor da História na vida do aluno, seja por meio de músicas, pinturas, filmes, entrevistas, teatro, muitas são as formas que podem fazer com que os discentes passem a ter maior interesse pela disciplina, e assim descobrir o verdadeiro valor da mesma.
    Já ouvi muitos alunos reclamarem que a disciplina de história é só leitura, que os professores apenas dizem estudem tais capítulos do livro que teremos simulado. Além de apenas trabalhar com as formas tradicionais, muitos professores afastam os alunos do gosto por história ao aplicar avaliações cansativas e de “decoreba”. È necessário além da memorização de datas e acontecimentos a análise por parte dos alunos para que haja a compreensão dos acontecimentos, de si mesmo, da sociedade, do seu futuro.

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  49. UFS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CESAD - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA
    UAB - UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO: PROPRIÁ
    CURSO HISTÓRIA
    ACADÊMICO: POLIANA VIEIRA SANDES
    MATRÍCULA: 09102900




    Analisando os dados trazidos pela autora Joelma Maltez, sobre “Ensino de História: desafios para superação do reprodutivismo”, observamos que os professores devem deixar para traz os métodos antigos de ensino, saindo do monótono e do método tradicional, para que as aulas sejam mais prazerosas e estimulada de forma concreta e adequada.
    A disciplina História no Brasil foi inserida e apresentada como a História da Europa Ocidental, e foi vista como a história da civilização.
    É necessário “procurar” novos métodos para ensinar História, porque muitas vezes ouvimos falarem que a disciplina história e cansativa e chata. É verdade que a educação no país tem muito que melhorar e se renovar.
    Enfim percebe-se que, com um ensino inovador, dinâmico poderemos trazer os alunos a se interessar pela disciplina assim como entender o quanto e importante conhecermos nossas origens, tradições etc.

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  50. Aluna Roberta Bacellar Orazem

    A autor, no texto, afirma que é possível sair do método tradicional de ensino onde temos o professor que domina o conhecimento e utiliza de recursos básicos como giz e quadro impondo sua forma de pensar aos alunos que absorvem e aceitam o que aquele diz. A autora enfatiza que é possível desenvolver algumas mudanças, tais como utilizar o aluno como um crítico e atuante na construção do fazer historiográfico, ou seja, que se preparem a exercer a tarefa de agente historiador. Essa atividade é prática, algo que os alunos se atraem, e possibilita que os alunos participem da construção, não sendo somente passivos no processo, podendo tomar gosto pela prática da construção histórica e passar a analisar, criticar e a respeitar a disciplina. Além disso, a autora diz que é possível se utilizar, para que as aulas de história fiquem mais atrativas, outros recursos, como as artes. estas foram, por muitos anos, objeto de persuasão e contemplação, algo que envolve com o subjetivo das pessoas, que desenvolve o senso criativo e também crítico. apropriar-se da arte para exemplificar ou como forma de representação da história é um recurso que atrai os alunos para o conhecimento histórico, porque, além de ser um conhecimento científico, a história pode ser um deleite aos alunos. Outro recurso que proponho aqui, como estratégia para o ensino-aprendizagem de história, é uma tendência que vários autores afirmam funcionar hoje em dia, que é o contato com a novas tecnologias, fazendo uso delas para que as aulas de história fiquem mais interativas e com uma linguagem mais acessível aos jovens, que tem acesso e mais intimidade com esses novos recursos tecnológicos e midiáticos. A aula de história torna-se mais agradável e mais acessível aos alunos. O processo cognitivo do aluno pode se tornar mais fácil, com o uso de novas tecnologias. Essas são algumas propostas, dentre várias, que acho viáveis para tornar o ensinoa-aprendizagem de história com várias possibilidades de sucesso e até mesmo ajudando que a história seja disceminada e divulgada.

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  51. Aluno:Jose Claudio Barboza
    Mat:09103586
    Polo: N.Sra da Glória

    Artigo da Carta Capital nº 464 de 03 de outubro de 2001 p. 24 a 28
    “A História como Ela É”

    A polêmica a partir do Livro Didático de História Crítica de Mário Schmidt, publicado pela Nova Geração. Não foi aprovado pelo MEC, mesmo assim foi adotado por muitas escolas particulares e públicas.
    Um bom livro didático deve ser aprovado pelo MEC e estar de acordo com as PCNS e o IHGB. Cabe aos órgãos competentes e responsáveis pela publicação, analisar com coerência e compreensão dos contextos históricos e culturais. Não criticar por motivos pessoais.
    Uma reflexão importante na escolha dos livros didáticos e não privilegiar autor “X” ou “Y” por motivos pessoas, ou questões políticas partidárias. A produção historiográfica é o que prevalece seja positivista ou marxista não importa a linha de pensamento ou religião do autor. Entretanto bom livro didático é aquele que aborda metodológica a construção da história as relações passadas, presente são redimensionadas numa relação dialética. O passado ressurge no presente num movimento de reconstrução, não de repetição de mera sucessão ou de evolução.

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  52. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    Centro de Educação Superior à Distância
    UAB – Pólo de Nossa Senhora da Gloria - SE
    Acadêmico: Romualdo Sousa dos Santos
    Curso: História

    No Brasil, após a proclamação da República, em 1889, a construção da identidade do país tornou-se prioridade. As elites tinham de garantir a existência de um estado, escolhendo para ensina conteúdos que exaltavam grandes "homens" nacionais e feitos políticos gloriosos, ate hoje se ver que poucas coisas mudarão nessa área.
    Para desenvolver a postura crítica dos nossos alunos é fundamental que o professor entenda que a História é uma disciplina passível de múltiplas abordagens, Ou seja, Ensinar História é muito mais do que falar sobre os acontecimentos do passado, decorar datas importantes e conhecer personagens que marcaram época. Existem competências, como a de interpretar documentos, a de realizar debates e a de produzir textos científicos, que encontram na disciplina um terreno muito fértil para se desenvolver. É preciso acabar com a idéia de que a História é formada apenas pelos acontecimentos políticos. Existe uma infinidade de temas que podem ser escolhidos, levando em consideração o momento que o mundo atravessa e a realidade dos alunos.
    O professor dever utilizar uma metodologia que leve o educando a entender que precisamos conhecer o nosso passado para que possamos entender o presente, de outra forma precisamos conhecer as praticas dos nossos antepassados como o que vestia, comia e como era a moradia e sua relação com o social etc. para que possamos entender a sociedade de hoje. De outro lado nós com educadores devemos compreender que a metodologia tradicional não tem mais lugar na sociedade atual.

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  53. UFS - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
    CESAD - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA
    UAB - UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
    POLO: BREJO GRANDE
    CURSO HISTÓRIA
    ACADÊMICO: INACIA GOUVEIA TORRES NETA
    MATRÍCULA: 09101809


    A autora Joelma Maltez foca que é possível abranger mudanças, fazendo com que o aluno seja crítico e atuante na construção da historiográfica, preparando o aluno para exercer a tarefa de historiador. Esse tipo de atividade e algo que os alunos acabam se atraindo, tornando os alunos passivos no processo, podendo assim gosta da prática da construção histórica e passando a ser mais critico e respeitar a disciplina historia. A autora diz também que é possível utilizar de outros recursos, como as artes. Que foi por muito tempo, objeto de persuasão e contemplação, e que envolve com o subjetivo do indivíduo, que desenvolve a criatividade e a crítica. Outro recurso que exemplifico aqui e a estratégia do o ensino- é o contato com a novas tecnologias, e fazendo o uso delas que as aulas de história vai fica mais interativas e com uma linguagem mais aceitável pelos jovens,fazendo com que o aluno tenha mais intimidade com esses novos recursos tecnológicos. Pois só assim a aula de história vai se torna mais agradável para os alunos e professores também.
    Enfim salientamos que os professores devem deixar para traz os métodos antigos de ensino, saindo do método tradicional, para que a aula venha ser mais prazerosas e estimulada de forma concreta e adequada.
    E de suma importância salientar que com um ensino inovador, dinâmico poderemos oferecer aos alunos esse método fazendo com que ele venha a se interessar pela disciplina e entender o quanto e importante conhecer nossas origens, tradições e conhecer personagens que marcaram época etc.

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